Já não sei, meu bem
Se o céu é azul
ou anil
se você me ama
ou se é ilusão.
Nossas canções dizem
NÃO
Mas o espectro do dia-a-dia
Nos assombra com sua verdades.
Porque a nostalgia é platônica
E todo nosso amor
aqui e agora
se esvaiu.
Como o orvalho da noite seca pela manhã,
Nossos corações (murchos)
despedem-se,
já fartos da intensa
solidão...
quinta-feira, 27 de outubro de 2011
terça-feira, 11 de outubro de 2011
SINTESE ANTITETICA
A beleza da vida são as antíteses!
Não, não, são os paradoxos...
Ah, há algo mais paradoxal do que a própria vida?!
A morte, algo tão relativo
-com tanto e tão pouco valor.
As vendas que nos cegam,
A escuridão que nos emudece
Seria tal tão necessário?
Ou seria necessário por que os fazemos tal?
Marx já diria que acendêssemos a luz...
Mas, quem irá acendê-la?
Somos tanto somados
Mas tão poucos sabem onde está o interruptor
E alguém já sabe o que é o interruptor dessa vida?
Não, não, são os paradoxos...
Ah, há algo mais paradoxal do que a própria vida?!
A morte, algo tão relativo
-com tanto e tão pouco valor.
As vendas que nos cegam,
A escuridão que nos emudece
Seria tal tão necessário?
Ou seria necessário por que os fazemos tal?
Marx já diria que acendêssemos a luz...
Mas, quem irá acendê-la?
Somos tanto somados
Mas tão poucos sabem onde está o interruptor
E alguém já sabe o que é o interruptor dessa vida?
suspiro
Sem duvidas,
Palavras são belas.
Mundos arquitetados, cabeças manipuladas, amores feitos
e
desfeitos.
os tijolos da vida são o alfabeto.
Mas as letras nem sempre são...
Suficientes.
Como olhar?
Falar?
Beijar?
Amar?
Explicar?
Suplicar?
Esquecer?
Serenizar?
O nada ainda é o único
Que contem
nosso
próprio
v
a
z
i
o
.
Palavras são belas.
Mundos arquitetados, cabeças manipuladas, amores feitos
e
desfeitos.
os tijolos da vida são o alfabeto.
Mas as letras nem sempre são...
Suficientes.
Como olhar?
Falar?
Beijar?
Amar?
Explicar?
Suplicar?
Esquecer?
Serenizar?
O nada ainda é o único
Que contem
nosso
próprio
v
a
z
i
o
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